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O nosso conterrâneo pelo mundo desta edição é Tristão Couy.
Pela dedicação e talento, ele é hoje uma das grandes lideranças jovens e tem seu trabalho reconhecido em várias regiões.

Suas atuações no cenário sócio-político e cultural revelam que a arte povoa sua mente, destacando-o pela maestria em desenvolver projetos em todas as áreas de atuação, o que o levou a ganhar vários méritos em Minas e no Brasil.

Criou e coordenou vários Grupos Culturais em Malacacheta e Região

Tristão é um apaixonado por Malacacheta, afirma o amor que tem pela sua terra natal, destacando que vem de uma família humilde, porém traz o legado “político” de ser neto de Tristão Aarão Couy - um dos prefeitos mais importantes na história da cidade e primo em segundo grau de Nelson Aarão Couy, também ex-prefeito de Malacacheta e propulsor do desenvolvimento urbanístico do município.

Tristão lembra que, desde criança teve sua paixão pela arte, e já aos 18 anos gostava de viajar pelo Brasil, como artista plástico teve oportunidade de conhecer em torno de 17 estados brasileiros, vendendo seus trabalhos artesanais, o que muitas vezes não era tão fácil. Ele sorri quando fala das dificuldades, das histórias hilárias nas viagens, mas garante que tudo foi necessário para somar ao aprendizado de vida.

Aos 17 anos já atuava junto à diretoria do Centro Cultural do Vale do Mucuri, depois, em 1993, se tornou Diretor de Cultura de Malacacheta onde esteve à frente de uma revolução cultural que a cidade viveu, com a criação de Grupos de Teatro e outros grupos culturais, teve participação ativa na criação das festas mais tradicionais da cidade, tais como Malacachetense Ausente e Festa do Peão e tantas outras, bem como esteve à frente do resgate dos bons campeonatos e torneios esportivos que marcaram época.

Voluntário em diversos orfanatos, asilos e outras instituições.

Em 1997, morou em várias cidades, trabalhou voluntariamente em Asilos, Orfanatos, Escolas e monitorou oficinas de arte em hospitais psiquiátricos em São Paulo e Minas Gerais. Foi Diretor do Polo Cultural do Vale do Jequitinhonha, Diretor de Relações Públicas da Federação de Teatro de Minas e coordenou projetos culturais em diversas cidades do Brasil, dentre elas a capital mineira, Belo Horizonte.

De volta a Malacacheta em 1998 retornou à Secretaria Municipal de Cultura e Esporte, foi um dos motivadores para a criação do Festival de Bandas, deu continuidade à formação teatral de jovens atores, desenvolveu projetos esportivos voltados à juventude, além disso, também mostrou seu trabalho revitalizando todas as praças, ginásios poliesportivos e diversas outras obras, foi responsável pela criação do Natal Cor e Luz que destacou Malacacheta como uma das cidades mais bonitas na decoração natalina.

Em 2005 foi para os Estados Unidos, onde permaneceu por quase 3 anos trabalhando como Pizzamaker e, entre um tempo e outro, participou de cursos de Paisagismo Estrutural em Nova York. 

Quando morava nos Estados Unidos

De volta ao Brasil e com mais experiência, traduziu seu potencial artístico pela paixão por urbanismo estrutural, direcionando e auxiliando na reconstrução de várias cidades mineiras que antes estavam sendo sucateadas pelo tempo ou pela inércia de alguns governantes.

Portal de Entrada de Araçuaí um exemplo dos trabalhos idealizados por Tristão

Voltando a Malacacheta, em 2014 foi nomeado Secretário Municipal de Cultura e Secretário de Obras, onde exerceu um trabalho fundamental, revitalizando novamente a estrutura urbana da cidade e minimizando os problemas estruturais no município

Coordenador de grandes eventos esportivos
Praça Monsenhor Jorge é um de seus projetos de revitalização
Atualmente reside na capital, Belo Horizonte, trabalha em assessoria política, cultural e desenvolve projetos urbanísticos em diversas regiões do Estado.
Bom relacionamento e respeito pelos funcionários públicos de Malacacheta
Mas afinal o que Tristão acha de Malacacheta e dos malacachetenses? Ele responde:
"Tenho muito carinho por minha terra e sempre levo o nome desta encantadora cidade por onde quer que eu ande.  Foi lá que nasci e vivi a maior parte do meu tempo!
Lembro-me que quando criança ajudava meu pai numa mercearia que ele tinha, ali naquele lugar fui conhecendo o povo, as pessoas da zona rural, de todas as comunidades, de todos os bairros, principalmente as pessoas mais simples da cidade, grande parte lembro ainda o nome e fico feliz que eles se lembrem de mim, como muitos dizem “aquele menino atentado cresceu, olha só” (risos) isso é fascinante, conhecer no povo você ali de bem perto, fazendo parte da história de vida deles.
E tenho orgulho de ser filho dessa terra, porque no meu modo de ver, Deus foi muito bom com este lugar, o clima, a natureza...
Só para exemplificar temos o maior número de nascentes de toda a região. Além disso, o povo de nossa querida Malaca é inteligente e sempre se destaca em várias áreas por onde quer que esteja.
Isso é bom porque um povo iluminado se desperta para várias opiniões e é claro que a divergência pode aparecer num sentido ou em outro, mas essa diversidade é que faz as coisas acontecerem!"
Um bom relacionamento político social no Estado
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